Vejam aí amigos, publicação hoje em Zero Hora, jornal de Porto Alegre, RS, a paixão pelo futebol de mesa não para nunca.
Por isso devemos lutar por ela, torná-la mais difundida, reacender a vontade de jogar, chamar os amigos, os antigos e os futuros.
Venham aqui no Ypiranguinha jogar com a gente.
É dimaiiiiissssssss.............
Zero Hora
13 de outubro de 2012Geração de adultos mantém viva paixão por brinquedos antigos
Indústria aproveita o saudosismo para recolocar nas lojas produtos que fizeram sucesso 30 ou 40 anos atrás
Itamar Melo
Os irmãos Daniel (D) e Flávio reúnem-se a cada duas semanas para clássicos familiares de futebol de botão
Foto: Arquivo pessoal
Essa ludonostalgia envolve trenzinhos movidos à pilha, uma infinidade de jogos de tabuleiro e videogames do tempo em que a informática ainda engatinhava. No caso dos irmãos Krug, é o futebol de mesa que garante a conexão com o passado. Depois de tantos anos, pouca coisa mudou na rotina de competições. Flávio e Daniel se reúnem a cada duas ou três semanas para campeonatos.
— Quando nos juntamos para jogar, ficamos lembrando momentos da infância. Naquela época, reuníamos os amigos todo sábado para um campeonato. Quem ganhasse, ficava com a taça por uma semana. Tínhamos um caderno onde anotávamos os resultados dos jogos, quem foi campeão e quem foi o goleador. Agora, uso um software que criei e que nos fornece os rankings. Meu irmão está na liderança. Por enquanto — conta Daniel.
Flávio confirma sua supremacia: nos clássicos familiares:
— No tempo de criança era mais parelho. Mas agora sou o melhor.
Jogos bons não envelhecem, resistem ao tempo e ficam na memória. Por trás de uma simples nostalgia, reside o apreço por jogos que podem não ter gráficos e sons avançados, mas unem ideias simples com desafios, alguns mais difíceis que os atuais jogos.