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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Vejam aí amigos, publicação hoje em Zero Hora, jornal de Porto Alegre, RS, a paixão pelo futebol de mesa não para nunca.

Por isso devemos lutar por ela, torná-la mais difundida, reacender a vontade de jogar, chamar os amigos, os antigos e os futuros.

Venham aqui no Ypiranguinha jogar com a gente.

É dimaiiiiissssssss.............

13 de outubro de 2012

 Geração de adultos mantém viva paixão por brinquedos antigos

Indústria aproveita o saudosismo para recolocar nas lojas produtos que fizeram sucesso 30 ou 40 anos atrás

Campo Bom, no Vale do Sinos, sedia há quase três décadas um grande clássico do futebol de botão. São milhares de partidas disputadas desde a infância pelo programador Daniel Krug, 39 anos, e seu irmão, o industriário Flávio Krug, 36 anos. A dupla, que faz questão de escalar nos times botões que usavam nos dias de meninice, integra uma geração de brasileiros que mantém vivas as emoções de remotos Dias das Crianças por meio dos jogos e brinquedos que marcaram sua infância. A indústria detectou o fenômeno e aproveita o saudosismo para recolocar nas lojas produtos que fizeram sucesso 30 ou 40 anos atrás.

Os irmãos Daniel (D) e Flávio reúnem-se a cada duas semanas para clássicos familiares de futebol de botão
Foto: Arquivo pessoal

Essa ludonostalgia envolve trenzinhos movidos à pilha, uma infinidade de jogos de tabuleiro e videogames do tempo em que a informática ainda engatinhava. No caso dos irmãos Krug, é o futebol de mesa que garante a conexão com o passado. Depois de tantos anos, pouca coisa mudou na rotina de competições. Flávio e Daniel se reúnem a cada duas ou três semanas para campeonatos.
— Quando nos juntamos para jogar, ficamos lembrando momentos da infância. Naquela época, reuníamos os amigos todo sábado para um campeonato. Quem ganhasse, ficava com a taça por uma semana. Tínhamos um caderno onde anotávamos os resultados dos jogos, quem foi campeão e quem foi o goleador. Agora, uso um software que criei e que nos fornece os rankings. Meu irmão está na liderança. Por enquanto — conta Daniel.
Flávio confirma sua supremacia: nos clássicos familiares:
— No tempo de criança era mais parelho. Mas agora sou o melhor.




Jogos bons não envelhecem, resistem ao tempo e ficam na memória. Por trás de uma simples nostalgia, reside o apreço por jogos que podem não ter gráficos e sons avançados, mas unem ideias simples com desafios, alguns mais difíceis que os atuais jogos.

 O Ypiranga tem uma sede excelente, bem localizada, climatizada, com mesas profissionais novas, um grupo de amigos praticantes muito bom, 

Vem pra cá , vem jogar....

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