PELA MEMÓRIA E PELOS REGISTROS HISTÓRICOS DO FUTEBOL DE MESA
Pela memória de Lenine Macedo de Souza e pelos registros históricos para a posteridade, vamos contestar as partes finais das frases contidas nos textos, LENINE MACEDO DE SOUZA E A REGRA GAUCHA, nos Arquivos do Futebol de Mesa Brasileiro, postados no blog/site da AFUMECA de Cascavel-PR, material reproduzido no site Futmesabrasil.com.
' A REGRA GAUCHA FOI A QUE MAIS CONTRIBUIU NA FORMAÇÃO DA REGRA BRASILEIRA ' E
' LENINE MACEDO DE SOUZA FOI UM DOS QUE MAIS CONTRIBUIU PARA A CRIAÇÃO DA REGRA BRASILEIRA '
O botonista Lenine Macedo de Souza, por ser mantenedor de uma personalidade radical ao extremo, em suas convicções, e demasiadamente teimoso ( como a grande maioria das lideranças do botonismo brasileiro ), nas suas conversações e contatos com terceiros, jamais poderia aceitar a união e fusão das duas regras de 1 toque , predominantes no país, e as mais importantes na época, ( década de 60 ), nos moldes apresentados, discutidos e homologados na famosa reunião de Salvador-BA , entre os representantes baianos Oldemar Seixas, Nelson Carvalho, Ademar Carvalho e Roberto Dartanhã, e os gauchos Gilberto Ghizi e Adauto Sambaquy.
PELOS MOTIVOS ABAIXO RELACIONADOS:
1 - As mesas adotadas pela nova Regra Brasileira seriam as baianas, nas medidas de 2,20 x 1,60 metros.
2 - As goleiras seriam as baianas de 15,5 x 6 cm.
3 - Os goleiros jogariam de pé nas medidas 6 x 3,8 cm.
4 - Os botões padronizados seriam os modelos baianos de 5 a 6 cm de diâmetro, padrões mais utilizados na Bahia ( inclusive lisos embaixo, sem as escavações dos modelos gauchos ).
5 - O " lateral cedido " seria o utilizado na sistemática baiana ( com validade de gol no segundo lance ).
6 - A regra do impedimento seria no estilo baiano ( ou seja, melhor esclarecendo, regra de impedimento que não existe até hoje no regulamento ).
7 - O " escanteio cavado " seria o baiano ( que não valida o gol de cabeça ou rebatida de jogador ).
8 - Permite a reposição manual dos 20 botões em campo, após qualquer arremesso a gol, com validade de gol. Regra do modelo baiano de jogar.
9 - A regra baiana adotou, posteriormente, duas modalidades de jogo na Regra Brasileira - Botões lisos embaixo, sem escavação ( predominante na Bahia e Nordeste ) e modalidade " cavado ou escavado " ( com botões es-cavados normais, similares à maioria dos botões escavados embaixo, utilizados praticamente em todas as regras nacionais ).
10 - A bola adotada para o jogo, também continuaria a bola baiana, utilizada à época, ( década de 60 ): um botãozinho de roupa, apelidado de " ôlho-de-boi " ou " ôlho-de-gato ".
Por este resumo dos lances e ítens mais importantes das Regras Baiana e Brasileira, pode-se afirmar, seguramente, que havia cerca de 90 % de regras e regulamentos baianos ( muitos como os ex-presidentes Lenine M. de Souza e Paulo Borges disseram que era realmente 100 % da Regra Baiana ) , em contraste com 10 % da Regra Gaucha.
Muitos botonistas afirmam que não encontravam absolutamente nada do regulamento gaucho, nem os mínimos 10 % alegados por alguns.
Com cerca de 90 % de Regra Baiana e 10 %, no máximo, do regulamento gaucho, Lenine M. de Souza e as lideranças gauchas da época, não poderiam jamais aceitar esta pseudo unificação das duas regras, pois o modelo e formatação da nova Regra Brasileira, apresentada pelos baianos não contemplava praticamente nada da regra e equipamento de jogo gaucho, desenvolvidas e editada por Lenine Macedo de Souza ( e seus companheiros ), pioneiro no Brasil, juntamente com a Federação Riograndense de Futebol de Mesa, no ano de 1961.
As demais lideranças gauchas ( Paulo Borges, Fausto Borges, Sérgio Duro, Cláudio Saraiva, e até Clair Marques, de Rio Grande ) que apoiaram inicialmente o projeto da nova regra na Assembléia de Caxias do Sul, durante o Campeonato Estadual de 1966, quando tomaram conhecimento através exemplares da regra formatada na Bahia, desligaram-se de imediato do prévio comprometimento acertado, e retornaram à velha e pioneira Regra Gaucha, por não concordarem , absolutamente em nada, com o modelo e sistemática de jogo da Regra Brasileira.
A pioneira Regra Gaucha, com suas mesas originais de 1,60 x 1,20 metros, e/ou 1,80 x 1,40 metros, botões de galalite, livres em dimensões e padrões variados de cores, ou padronizados de acrílico ou galalite, goleiras e goleiros originais antigos, com alturas menores do que os baianos adotado na Regra Brasileira, bolinhas Lione , ( fabricadas em matrizes industriais e não um botãozinho de roupa baiano ) foram alguns fatores que concorreram para o retorno dos botonistas gauchos às suas origens, juntamente com alguns destes outros:
O inteligente e cerebral regulamento gaucho tem a regra do impedimento.
No escanteio vale gol de cabeça ou rebatida de outro botão-jogador, como no similar futebol de campo ( aliás, considerado pela maioria um dos gols mais bonitos no Futebol de Mesa ).
No lateral cedido não é válido o gol no segundo lance, como na Regra Baiana é validado.
Não é permitida reposição manual dos 20 botões em campo, exceto nos gols e retorno de botões posicionados em impedimento.
Não há modalidades diferentes nas regras de jogo por causa de "modelos de escavações embaixo dos botões ", deixando ao livre arbítrio dos técnicos das equipes, se os seus botões deverão ser lisos ( sem escavação ), totalmente escavados ou meio escavados. Cada botonista pode mandar fabricar os seus botões no modelo e padrão que melhor lhe agrade e lhe seja mais confiável e prazeroso de jogar .
AS CONCLUSÕES FINAIS DEIXAMOS COM A INTELIGÊNCIA E CAPACIDADE DE AVALIAR E DISCERNIR DOS BOTONISTAS BRASILEIROS !
MATÉRIA PRODUZIDA PELO COLABORADOR E COLUNISTA DO FUTMESABRASIL - ENIO SEIBERT - Email: enioseibert@hotmail.com
PRINCIPAL MENTOR E COORDENADOR DA REGRA UNIFICADA DE FUTEBOL DE MESA - UMA PROPOSTA CONCRETA DE UNIFICAÇÃO DAS REGRAS DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA NO BRASIL.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A ARTE DO PASSE
A ARTE DO PASSE
Há quem joga o futebol para aparecer e luzir como indivíduo, - é aquele que denominamos " fominha " - , e há quem o faça, em troca, pensando em primeiro lugar, no bem de sua equipe.
Um jogador " fominha " pode permitir-se determinadas lacunas em sua formação. O exemplo mais claro é que pode permitir-se não aprender a passar a bola. Pode não saber sequer o que é um passe.
O jogador de equipe, em troca, não se cansará de ensaiar e tratará de aperfeiçoar dia a dia, noite após noite, e partida atrás de partida, a técnica e a arte de passar a bola a um companheiro em posição vantajosa, e no qual chegará a ser um verdadeiro maestro.
Os botões futebolistas são maestros passadores, fabulosos jogadores, artistas do toque-toque, e isto é algo que, - treinamentos à parte, - carregam ademais, dentro de si, insisto, em sua essência verdadeira de botão. -
Os botões tendem por natureza, a estar, trabalhar e brilhar em suas equipes.
Pensemos nos tubos de plástico ou nas caixinhas de papelão ou madeira, nas lojas especializadas, onde os botões vivem em permanente paz agrupados em verdadeiras irmandades.
Ou lembremos dos milhares ou milhões de abrigos, gabardines e jaquetas que existem no Mundo, nos quais essa harmonia nunca se perde e nos quais nenhum dos botões se sente maior nem menor que os demais, , seja qual for o lugar, mais alto ou mais baixo, que ocupe dentro da escala de abotoaduras.
Dado êsse dom natural ser próprio, social e solidário, para qualquer botão o direito de dar um passe excepcional a um botão companheiro, será também, válida a comparação, o aspecto mais normal do mundo.
Ôlho, no entanto, com os botões de pantalonas ou de adorno, porque se bem na loja se comportam, com os demais de sua espécie, desde o momento em que saem da loja e passam a ser costurados e a desempenhar sua função, se transmutam em anti-sociais, raros, solitários e individualistas.
Porém, precisamente por isso, nunca, ou muito dificilmente, se verá que um botão de pantalona, ou de decoração e enfeite, se converterá em botão futebolista.
Os botões futebolistas são botões dos quais tenho dito: de jaqueta, de gabardine, de abrigo...enfim, botões sociais, solidários e altruistas, qualidades que mantém tanto abotoados como desabotoados, e tanto em linha paralela a de seus olhares e casas, se sua dedicação é a de botões de costura, como, se são futebolistas, em qualquer das formações distintas que nossas equipes podem apresentar sobre um campo de jogo dependendo da mentalidade mais arrojada ou mais conservadora com que seu treinador proponha cada novo desafio, que cada nova partida supõe.
CRÔNICA DE MARCELO SUAREZ GARCIA, COLUNISTA ESPANHOL DE FUTBOL CON BOTONES.
TRADUÇÃO DO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT. Email: enioseibert@hotmail.com

Há quem joga o futebol para aparecer e luzir como indivíduo, - é aquele que denominamos " fominha " - , e há quem o faça, em troca, pensando em primeiro lugar, no bem de sua equipe.
Um jogador " fominha " pode permitir-se determinadas lacunas em sua formação. O exemplo mais claro é que pode permitir-se não aprender a passar a bola. Pode não saber sequer o que é um passe.
O jogador de equipe, em troca, não se cansará de ensaiar e tratará de aperfeiçoar dia a dia, noite após noite, e partida atrás de partida, a técnica e a arte de passar a bola a um companheiro em posição vantajosa, e no qual chegará a ser um verdadeiro maestro.
Os botões futebolistas são maestros passadores, fabulosos jogadores, artistas do toque-toque, e isto é algo que, - treinamentos à parte, - carregam ademais, dentro de si, insisto, em sua essência verdadeira de botão. -
Os botões tendem por natureza, a estar, trabalhar e brilhar em suas equipes.
Pensemos nos tubos de plástico ou nas caixinhas de papelão ou madeira, nas lojas especializadas, onde os botões vivem em permanente paz agrupados em verdadeiras irmandades.
Ou lembremos dos milhares ou milhões de abrigos, gabardines e jaquetas que existem no Mundo, nos quais essa harmonia nunca se perde e nos quais nenhum dos botões se sente maior nem menor que os demais, , seja qual for o lugar, mais alto ou mais baixo, que ocupe dentro da escala de abotoaduras.
Dado êsse dom natural ser próprio, social e solidário, para qualquer botão o direito de dar um passe excepcional a um botão companheiro, será também, válida a comparação, o aspecto mais normal do mundo.
Ôlho, no entanto, com os botões de pantalonas ou de adorno, porque se bem na loja se comportam, com os demais de sua espécie, desde o momento em que saem da loja e passam a ser costurados e a desempenhar sua função, se transmutam em anti-sociais, raros, solitários e individualistas.
Porém, precisamente por isso, nunca, ou muito dificilmente, se verá que um botão de pantalona, ou de decoração e enfeite, se converterá em botão futebolista.
Os botões futebolistas são botões dos quais tenho dito: de jaqueta, de gabardine, de abrigo...enfim, botões sociais, solidários e altruistas, qualidades que mantém tanto abotoados como desabotoados, e tanto em linha paralela a de seus olhares e casas, se sua dedicação é a de botões de costura, como, se são futebolistas, em qualquer das formações distintas que nossas equipes podem apresentar sobre um campo de jogo dependendo da mentalidade mais arrojada ou mais conservadora com que seu treinador proponha cada novo desafio, que cada nova partida supõe.
CRÔNICA DE MARCELO SUAREZ GARCIA, COLUNISTA ESPANHOL DE FUTBOL CON BOTONES.
TRADUÇÃO DO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT. Email: enioseibert@hotmail.com
A MELHOR MANEIRA DE SUPERAR UM OBSTÁCULO
A MELHOR MANEIRA DE SUPERAR UM OBSTÁCULO
O Futebol com Botões é uma dessas atividades que, sob a humilde aparência de jogo de meninos, encerra em si mesmo um filão inesgotável de lições acerca da vida.
Um exemplo mais o encontramos naqueles casos em que a bola se detém junto a algum botão-jogador, o qual se interpõe, então, como uma lâmina, muralha ou parede entre êste ( a recém chegada bola ) e a goleira ( seu objetivo ).
Se projetou neste lance, a aquele contendor ao qual corresponde o turno de fazer a seguinte jogada, esta questão: ? Qual será a melhor maneira de superar o obstáculo que surgiu, súbito e gigantesco, no meu caminho em direção ao gol ?
O dilema é de extrapolação, sem dúvida, a qualquer outra faceta de nossas vidas: quando nos defrontamos de repente com um obstáculo importante em nosso caminho, direcionado à consecução das metas a que nos propomos, o que devemos fazer ?
A lição que o Futebol de Botões nos oferece a respeito pode resumir-se a dois pontos:
Ponto primeiro - Por insolucionável que à primeira vista possa parecer-te um obstáculo, jamais te renda ante êle: trata de superá-lo. - ( E assim, na situação do jogo mais acima descrita, nenhum jogador que se valorize duvidará, em que pese ver-se com o caminho interrompido , em intentar chutar a gol ).
Ponto segundo - Quanto maior e mais difícil seja o obstáculo a que te defrontes, mais e maior suavidade deverás empregar em superá-lo. - ( E assim, na mesma situação de jogo de que se vem falando, qualquer jogador com experiência chutará com suma suavidade e cautela ).
É um êrro de principiantes, na vida em geral e no futebol com botões em particular, o de intentar superar os obstáculos à moda bruta.
Deve ser um instinto primário, o que como idéia inicial nos assopra ao ouvido: - Tu, reuna toda a força que podes, e verás como o obstáculo cede.
Porém, cuidado com os instintos primários, nem sempre são confiáveis.
Atirar com violência a bola que esteja demasiado próxima a um botão-jogador, provocará de imediato um efeito rebote, fazendo com que a bola saia instantânea e velozmente do campo de jogo como um foguete.
E assim, ao final, o obstáculo terá saído, mas junto com o seu jogador.
O correto e aconselhável para vencer o obstáculo é golpear a pelota com cuidado e suavidade.
Deve ser imprimido o impulso justo, o necessário para superar o botão que lhe interrompe o caminho e nem uma pisca a mais, porque tudo que lhe violentar demais , - recorda -, poderá ocorrer, como dizem os policiais americanos ao lerem seus direitos aos prisioneiros nos filmes: - poderá voltar-se contra ti.
TEXTO DE MARCELO SUAREZ GARCIA, COLUNISTA ESPANHOL DE FUTBOL CON BOTONES.
TRADUÇÃO DO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT - Email: enioseibert@hotmail.com

O Futebol com Botões é uma dessas atividades que, sob a humilde aparência de jogo de meninos, encerra em si mesmo um filão inesgotável de lições acerca da vida.
Um exemplo mais o encontramos naqueles casos em que a bola se detém junto a algum botão-jogador, o qual se interpõe, então, como uma lâmina, muralha ou parede entre êste ( a recém chegada bola ) e a goleira ( seu objetivo ).
Se projetou neste lance, a aquele contendor ao qual corresponde o turno de fazer a seguinte jogada, esta questão: ? Qual será a melhor maneira de superar o obstáculo que surgiu, súbito e gigantesco, no meu caminho em direção ao gol ?
O dilema é de extrapolação, sem dúvida, a qualquer outra faceta de nossas vidas: quando nos defrontamos de repente com um obstáculo importante em nosso caminho, direcionado à consecução das metas a que nos propomos, o que devemos fazer ?
A lição que o Futebol de Botões nos oferece a respeito pode resumir-se a dois pontos:
Ponto primeiro - Por insolucionável que à primeira vista possa parecer-te um obstáculo, jamais te renda ante êle: trata de superá-lo. - ( E assim, na situação do jogo mais acima descrita, nenhum jogador que se valorize duvidará, em que pese ver-se com o caminho interrompido , em intentar chutar a gol ).
Ponto segundo - Quanto maior e mais difícil seja o obstáculo a que te defrontes, mais e maior suavidade deverás empregar em superá-lo. - ( E assim, na mesma situação de jogo de que se vem falando, qualquer jogador com experiência chutará com suma suavidade e cautela ).
É um êrro de principiantes, na vida em geral e no futebol com botões em particular, o de intentar superar os obstáculos à moda bruta.
Deve ser um instinto primário, o que como idéia inicial nos assopra ao ouvido: - Tu, reuna toda a força que podes, e verás como o obstáculo cede.
Porém, cuidado com os instintos primários, nem sempre são confiáveis.
Atirar com violência a bola que esteja demasiado próxima a um botão-jogador, provocará de imediato um efeito rebote, fazendo com que a bola saia instantânea e velozmente do campo de jogo como um foguete.
E assim, ao final, o obstáculo terá saído, mas junto com o seu jogador.
O correto e aconselhável para vencer o obstáculo é golpear a pelota com cuidado e suavidade.
Deve ser imprimido o impulso justo, o necessário para superar o botão que lhe interrompe o caminho e nem uma pisca a mais, porque tudo que lhe violentar demais , - recorda -, poderá ocorrer, como dizem os policiais americanos ao lerem seus direitos aos prisioneiros nos filmes: - poderá voltar-se contra ti.
TEXTO DE MARCELO SUAREZ GARCIA, COLUNISTA ESPANHOL DE FUTBOL CON BOTONES.
TRADUÇÃO DO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT - Email: enioseibert@hotmail.com
Em defesa da juventude, em defesa do futmesa!
From: enioseibert@hotmail.com
To: futmesabrasil@hotmail.com
Subject: MATÉRIA Nº 63- EM DEFESA DA JUVENTUDE, EM DEFESA DO FUTMESA!
Date: Mon, 30 Jan 2012 00:20:21 -0200
Em defesa da juventude, em defesa do futmesa!
Num tempo onde os jogos eletrônicos e vídeo games arrebatam verdadeiras legiões de jovens que verdadeiramente se enclausuram em seus quartos na frente de televisões e computadores, muitos esportes vem perdendo espaço e vendo seu futuro em risco.
Para que esta ameaça não atinja nosso futmesa precisamos ser cada vez mais criativos na busca de alternativas para divulgá-lo e promovê-lo. Tarefa difícil frente a desigualdade bélica entre os eletrônicos e os nossos botões. Enquanto os eletrônicos bombardeiam nossas crianças com seu verdadeiro, potente e versátil arsenal de sons, imagens e interatividade, nosso futmesa continua mantendo suas características ao longo dos anos. Seu vínculo primário ao futebol de campo, paixão nacional, a necessidade de estratégia e de técnica na execução das jogadas são os atributos que nos seduzem e nos fazem manter a tradição deste espote já quase centenário no Brasil.
Me parece inegável que os benefícios da prática do futmesa, em relação a dos eletrônico, são muito maiores para adultos e principalmente para crianças. Esta mistura lúdica de habilidades e emoções do futebol, da sinuca e do xadrez já seriam suficientes para justificariam meu parecer mas, seguramente, o que de mais valioso vejo no futmesa é a promoção da socialização! Enquanto os eletrônicos transformam nossos jovens em verdadeiros "servos", absorvendo seu tempo e reduzindo drasticamente suas oportunidades de relacionamento interpessoal, o futmesa aproxima as pessoas de uma forma espetacular, promovendo uma verdadeira "net" de amizades e fraternidade.
Graças aos eletrônicos, temos muitas crianças e adolescentes alienados de tudo! A começar pela própria família! Não têm mais tempo nem vontade de estar com seus pais, o diálogo torna-se quase que impraticável e acabam sendo educados por suas máquinas. Sobre as consequências desta realidade, melhor argumentação devem ter os psicólogos e psicanalistas mas, na minha visão veterinária, isto é terrível para a sociedade.
Que tipo de homens e cidadãos serão nossos jovens eletronizados?
Serão eles nossos governantes, nossos políticos, nossos juízes? Que contribuição poderão dar a sociedade?
É claro que não podemos generalizar mas, é certo que, infelizmente, muitos jovens estão sendo aliciados eletronicamente e vivendo nesta condiçõe de escravidão. Trocam a noite pelo dia para satisfazerem seus desejos e acabem se distanciando cada vez mais de sua família e de seus amigos. Sem pai nem mãe, sem amigos, sem namoro, sem ninguém não virtual, sem ninguém de verdade! Dificuldades na escola, depressão, drogas e a inevitável dessocialização são o salário de muitos destes jovens.
No futmesa a coisa é diferente! O isolamento mórbido da lugar à convivência fraterna, a frieza da clausura da lugar ao calor das amizades, a tristeza dá lugar a alegria e o virtual da lugar à realidade!
É evidente que o futuro de nossos jovens depende de muitos outros fatores mas, se queremos uma sociedade fraterna, devemos estimulá-los a realizarem atividades que promovam esta qualidade. O futmesa, com segurança, é uma delas e, se sozinho não é definitivo, particularmente pode contribuir para um futuro melhor para nossos jovens.
O certo é que: o futuro do futmesa depende de nossas crianças!
Foi com a intenção de divulgar e promover nosso esporte que realizamos a oficina de futmesa, paralela ao nosso Torneio de Verão em parceria com o JL Shopping. Nesta ocasião podemos perceber o quanto algumas crianças ficaram encantadas com o futmesa, para muitas um esporte desconhecido. Também podemos presenciar a alegria dos pais jogando com seus filhos, algo raríssimo nos eletrônicos mas comum no futmesa. Muitos se comprometeram em dar continuidade na prática do esporte em nossa sede junto ao SESC. Semeamos agora e esperamos em breve colher os frutos desta iniciativa.
Salve o futmesa e salve nossas crianças!
Texto de João Batista Rangel, da AFUMECA, de Cascavel- PR, extraída do endereço http://www.afumeca.blogspot.com/
Matéria enviada pelo colaborador Enio Seibert, com autorização do titular.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A MELHOR DIETA É, REALMENTE, UMA TERAPIA
A MELHOR DIETA É, REALMENTE, UMA TERAPIA
Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E depois uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos ( que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão ).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto, também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber......
Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.
(TRECHO DA CRÔNICA " HAJA FÔLEGO " , DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO).
Tantas são as indicações médicas para atingirmos a longevidade,bem como as horas que despendemos por dia para segui-las, que pouco é o tempo que sobra para realmente vivermos.
Mal sabem os especialistas que em Porto Alegre o companheiro médico cardiologista, Dr. Ricardo Lasevitch, descobriu e desenvolveu a melhor receita para ter uma vida saudável: O FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA. No Ypiranga F.C., avenida Princesa Isabel, 795, Bairro Santana, praticamente todas as noites e sábados à tarde.
FUTEBOL DE MESA - A TERAPIA COMPLETA PARA TODAS AS IDADES.
MATÉRIA ENVIADA PARA O SITE FUTMESABRASIL.COM PELO COLABORADOR ENIO SEIBERT - Email: enioseibert@hotmail.com
Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E depois uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos ( que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão ).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto, também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber......
Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.
(TRECHO DA CRÔNICA " HAJA FÔLEGO " , DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO).
Tantas são as indicações médicas para atingirmos a longevidade,bem como as horas que despendemos por dia para segui-las, que pouco é o tempo que sobra para realmente vivermos.
Mal sabem os especialistas que em Porto Alegre o companheiro médico cardiologista, Dr. Ricardo Lasevitch, descobriu e desenvolveu a melhor receita para ter uma vida saudável: O FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA. No Ypiranga F.C., avenida Princesa Isabel, 795, Bairro Santana, praticamente todas as noites e sábados à tarde.
FUTEBOL DE MESA - A TERAPIA COMPLETA PARA TODAS AS IDADES.
MATÉRIA ENVIADA PARA O SITE FUTMESABRASIL.COM PELO COLABORADOR ENIO SEIBERT - Email: enioseibert@hotmail.com
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
BOTONISTA E CÓDIGO DE ÉTICA
BOTONISTA E CÓDIGO DE ÉTICA
Chama-se " Botonista " todo praticante de Futebol de Botão de Mesa.
Para participação em jogos/campeonatos oficiais das Federações e Associações, o botonista só terá condições de jogo se filiado e com a anuidade paga e registros administrativos devidamente em ordem.
Apresentar-se trajado com decência, e em jogos oficiais, portanto a camisa do Clube que defende e ao qual está filiado.
Manter-se e apresentar-se nos locais de jogos com toda ética e educação que a classe requer, evitando discussões, comentários sobre Clubes e outros botonistas .
Acatar sem nenhuma reclamação ou gestos as determinações do árbitro do jogo em que participar. Tratando-se de erro de direito do árbitro, polidamente o botonista poderá pedir e relatar ao árbitro a situação.
Em nenhuma hipótese ou circunstância qualquer botonista poderá manter discussão acirrada com outro botonista ou outra pessoa no local dos jogos.
É considerada falta gravíssima qualquer botonista se envolver em briga com outro botonista no local dos jogos: entende-se por local dos jogos não só o recinto onde os mesmos são realizados, como também todas as demais dependências do Clube e imediações.
Também é falta grave o botonista se envolver em briga com outro, com outros ou mesmo com estranhos, vestindo a camisa do Clube que defende ou a da própria Federação ou Associação de Futebol de Mesa.
É dever de todo botonista atuar na prática com ética, elegância e honestidade, evitando irritar o adversário com gestos, palavras, " cera " caracterizada ou disfarçada, ou artimanhas próprias dos maus desportistas.
É terminantemente proibido a qualquer botonista fazer comemorações exteriorizadas com palavras ou gestos antiesportivos de seus gols ou de suas boas jogadas, bem como dos erros de seus adversários.
MATÉRIA EXTRAIDA DA REVISTA FUTEBOL DE BOTÃO No. 4, Editora Marco Aurélio de São Paulo - SP.
TEXTO ENVIADO PELO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT. E-mail: ENIOSEIBERT@HOTMAIL.COM
Chama-se " Botonista " todo praticante de Futebol de Botão de Mesa.
Para participação em jogos/campeonatos oficiais das Federações e Associações, o botonista só terá condições de jogo se filiado e com a anuidade paga e registros administrativos devidamente em ordem.
Apresentar-se trajado com decência, e em jogos oficiais, portanto a camisa do Clube que defende e ao qual está filiado.
Manter-se e apresentar-se nos locais de jogos com toda ética e educação que a classe requer, evitando discussões, comentários sobre Clubes e outros botonistas .
Acatar sem nenhuma reclamação ou gestos as determinações do árbitro do jogo em que participar. Tratando-se de erro de direito do árbitro, polidamente o botonista poderá pedir e relatar ao árbitro a situação.
Em nenhuma hipótese ou circunstância qualquer botonista poderá manter discussão acirrada com outro botonista ou outra pessoa no local dos jogos.
É considerada falta gravíssima qualquer botonista se envolver em briga com outro botonista no local dos jogos: entende-se por local dos jogos não só o recinto onde os mesmos são realizados, como também todas as demais dependências do Clube e imediações.
Também é falta grave o botonista se envolver em briga com outro, com outros ou mesmo com estranhos, vestindo a camisa do Clube que defende ou a da própria Federação ou Associação de Futebol de Mesa.
É dever de todo botonista atuar na prática com ética, elegância e honestidade, evitando irritar o adversário com gestos, palavras, " cera " caracterizada ou disfarçada, ou artimanhas próprias dos maus desportistas.
É terminantemente proibido a qualquer botonista fazer comemorações exteriorizadas com palavras ou gestos antiesportivos de seus gols ou de suas boas jogadas, bem como dos erros de seus adversários.
MATÉRIA EXTRAIDA DA REVISTA FUTEBOL DE BOTÃO No. 4, Editora Marco Aurélio de São Paulo - SP.
TEXTO ENVIADO PELO COLABORADOR DO FUTMESABRASIL.COM - ENIO SEIBERT. E-mail: ENIOSEIBERT@HOTMAIL.COM
sábado, 21 de janeiro de 2012
Futemesa News
E nessa sexta tivemos inicio ao Torneio de verão na regra do passe – edição de janeiro.
Confira As duas rodadas do dia:
ARTURO 0X2 SANDRO
BRANDÃO 1X1 RICARDO
ÊNIO 5X2 ANDRÉ
ÊNIO 1X1 RICARDO
SANDRO 2X1 ANDRÉ
BRANDÃO 4X0 ARTURO
Na sexta que vem a rodada terá inicio ás 19:45, confira os jogos:
ANDRÉ X BRANDÃO
SANDRO X ÊNIO
RICARDO X ARTURO
SANDRO X BRANDÃO
ÊNIO X ARTURO
ANDRÉ X RICARDO
BRANDÃO X ÊNIO
ARTURO X ANDRÉ
RICARDO X SANDRO
SANDRO X ARTURO
RICARDO X BRANDÃO
ANDRÉ X ÊNIO
A última rodada deverá acontecer somente na
segunda semana de fevereiro, pois na quinta dia 2 de fevereiro é feriado
é alguns técnicos podem fazer feriadão, então sugiro dia 10 de
fevereiro o término desse torneio. Então as rodadas seriam as seguintes
na última semana:
RICARDO X ÊNIO
ANDRÉ X SANDRO
ARTURO X BRANDÃO
BRANDÃO X ANDRÉ
ÊNIO X SANDRO
ARTURO X RICARDO
BRANDÃO X SANDRO
ARTURO X ÊNIO
RICARDO X ANDRÉ
ÊNIO X BRANDÃO
ANDRÉ X ARTURO
SANDRO X RICARDO
A FÓRMULA DO TORNEIO É DE TODOS X TODOS E QUEM MARCAR MAIS PONTOS SERÁ O CAMPEÃO.
OS CRITÉRIOS DE DESEMPATE SERÃO OS SEGUINTES:
- MAIOR Nº DE PONTOS
- MAIOR Nº DE VITÓRIAS
- CONFRONTOS DIRETO
- SALDO DE GOLS
- MENOR N DE GOLS SOFRIDOS
- MAIOR Nº DE GOLS FEITOS
- PARTIDA EXTRA NO CASO DE 2 EQUIPES EMPATAREM.
· SE
3 OU MAIS EQUIPES ACABAREM EMPATADAS, SOMA-SE OS RESULTADOS DAS
PARTIDAS, COM VITÓRIA 3 PONTOS E EMPATE 1 PONTO, E QUEM FIZER MAIS PONTO
ENTRE OS TÉCNICOS SERÁ O CAMPEÃO.
· SE CONTINUAR EMPATE, VALE OS CRITÉRIOS DE CIMA, VIT, GOL, ETC.......
ACONTECEU, SIM
OUTROS TRECHOS DO LIVRO " ACONTECEU, SIM " DE GERALDO DÉCOURT
RESTA-ME O GRANDE CONSOLO DE TER PODIDO FAZER TUDO QUE TINHA AO MEU ALCANCE, PARA CORRESPONDER AOS QUE EM MIM CONFIARAM E AOS QUAIS SEREI ETERNAMENTE AGRADECIDO ! ESTIMULADO E ROBUSTECIDO POR ESSE APOIO - QUE TANTO NECESSITAVA - GANHEI FORÇAS E CONDIÇÕES PARA TRANSMITIR AOS OUTROS O QUE CONCEITUEI COMO A NOVA FILOSOFIA DE VIDA QUE ADOTEI E DIVULGUEI EM MEUS ARTIGOS.
COM O ÚNICO INTUITO DE LEVAR A TODOS UMA PALAVRA QUE NOS FACILITE A VER MELHOR CERTAS COISAS QUE PASSAM DESPERCEBIDAS DE TODOS NÓS, E QUE, ENTRETANTO, DIZEM RESPEITO A NÓS MESMOS, É QUE VAMOS CONVERSAR UM POUCO, NESTE INSTANTE APROVEITANDO ESTE ENSEJO DE QUE DISPOMOS.
Quem vos fala, sentiu bem de perto a necessidade de ver melhor a vida como ela é, por ter ficado um tanto privado de aceitar as coisas como elas são, apegada como se achava aos seus afazeres e sempre disposto a se ocupar mais, trabalhando pura e simplesmente, pensando no ganho material com o qual poderia manter aos seus e a si mesmo. Tudo caminhava bem - quer dizer, julgava que assim acontecia - quando se viu pilhado por um esgotamento que atingiu o seu sistema nervoso, com a aparição de crises de depressão, muitos naturais nesses casos, crises essas que foram se agravando, advindo daí a sensação de insegurança, que o privou de exercer por algum tempo suas atividades, que não eram poucas. Aconteceu, sim !
Tudo indicava que o mal provinha do excesso de trabalho e veio a necessidade de uma " parada forçada " para uma boa recuperação. Mas, como parar ? Como fazer uma pessoa ativa se " desligar " ? Estuda daqui, estuda dali, ouve um conselho, outro, mais outro, e com isso a confusão se aproximando cada dia mais, aumentando a sua tensão e a vontade de voltar às suas várias atividades, pois, a inércia era coisa que nunca concebera.
Mas, Deus sabe o que faz. Era preciso fazer naquele momento uma paralização que não podia ser pequena. Se ela fosse rápida, nada seia desvendado e a volta ao trabalho coincidiria com a repetição da mesma rotina, que não dera bons resultados. E foi somente se desligando das atividades que o inibiam de ver a vida como ela é, que pode ser descortinada a verdade, essa verdade que existe, que pode ser vista a olho nu, mas que muito pouca gente sabe vê-la e vendo-a de forma palpável consegue admitir a existência real de um mundo melhor, menos imperfeito, pois a imperfeição é obra nossa, porque agimos sem fazer uso das boas faculdades que Deus dá a todos nós. Sim, a todos nós, esteja certo disso !
Foi aí que tiudo começou a mudar. Sim, foi aí que tudo ficou mais esclarecido. Através de uma grande força de vontade, de um bom desprendimento, de uma boa dose de auto-crítica, de estudo minucioso, a situação foi-se modificando, embora sem ser sentida pelos demais que pensavam assim, pelo mais completo desconhecimento daquilo que aquele que vos fala já conseguira ver ! Restava o consolo de saber que ninguém de sã consciência poderia admitir a hipótese de que havia naquela " parada " um toque de comodismo, pois esse mal jamais acontecerá a um inerte.
Ficara mais uma vez provado que Deus escolhe os males a quem os dá. A doença é uma dádiva divina, embora isso para muitos seres " vagos " seja um absurdo. A " verdade " é dura mesmo de ser aceita por muita gente, pois eles preferem " viver de mentira ", enganando ( pensam que enganam ) a todos e o que é mais grave: a si mesmos ! Mas todos nós temos uma missão a cumprir na vida e às vezes fugimos desse caminho, acarretando com isso sérios contratempos.
Deus não nos mandou ao mundo para sermos bons comerciantes, bons atletas, bons artistas, bons políticos e tantas coisas mais. Nossa missão é outra e um dia sentirá essa grande verdade, que como bom amigo, desejo não tarde a se manifestar em você !
O mal é que em geral só nos preocupamos quando a situação fica apertada. A necessidade de fazermos nossa higiene mental é hoje reconhecida no mundo inteiro, e aqueles que a praticam vivem efetivamente melhor.
Não foi com outra intenção que me dispus a conversar com vocês. Prometi não guardar só para mim o que de bom aprendi. Você não é o primeiro (a)com quem falo e não será o último. Temos um " encontro marcado ". Se você não aparecer, não faz mal: eu estarei aqui para conversar com outro amigo.
RESTA-ME O GRANDE CONSOLO DE TER PODIDO FAZER TUDO QUE TINHA AO MEU ALCANCE, PARA CORRESPONDER AOS QUE EM MIM CONFIARAM E AOS QUAIS SEREI ETERNAMENTE AGRADECIDO ! ESTIMULADO E ROBUSTECIDO POR ESSE APOIO - QUE TANTO NECESSITAVA - GANHEI FORÇAS E CONDIÇÕES PARA TRANSMITIR AOS OUTROS O QUE CONCEITUEI COMO A NOVA FILOSOFIA DE VIDA QUE ADOTEI E DIVULGUEI EM MEUS ARTIGOS.
COM O ÚNICO INTUITO DE LEVAR A TODOS UMA PALAVRA QUE NOS FACILITE A VER MELHOR CERTAS COISAS QUE PASSAM DESPERCEBIDAS DE TODOS NÓS, E QUE, ENTRETANTO, DIZEM RESPEITO A NÓS MESMOS, É QUE VAMOS CONVERSAR UM POUCO, NESTE INSTANTE APROVEITANDO ESTE ENSEJO DE QUE DISPOMOS.
Quem vos fala, sentiu bem de perto a necessidade de ver melhor a vida como ela é, por ter ficado um tanto privado de aceitar as coisas como elas são, apegada como se achava aos seus afazeres e sempre disposto a se ocupar mais, trabalhando pura e simplesmente, pensando no ganho material com o qual poderia manter aos seus e a si mesmo. Tudo caminhava bem - quer dizer, julgava que assim acontecia - quando se viu pilhado por um esgotamento que atingiu o seu sistema nervoso, com a aparição de crises de depressão, muitos naturais nesses casos, crises essas que foram se agravando, advindo daí a sensação de insegurança, que o privou de exercer por algum tempo suas atividades, que não eram poucas. Aconteceu, sim !
Tudo indicava que o mal provinha do excesso de trabalho e veio a necessidade de uma " parada forçada " para uma boa recuperação. Mas, como parar ? Como fazer uma pessoa ativa se " desligar " ? Estuda daqui, estuda dali, ouve um conselho, outro, mais outro, e com isso a confusão se aproximando cada dia mais, aumentando a sua tensão e a vontade de voltar às suas várias atividades, pois, a inércia era coisa que nunca concebera.
Mas, Deus sabe o que faz. Era preciso fazer naquele momento uma paralização que não podia ser pequena. Se ela fosse rápida, nada seia desvendado e a volta ao trabalho coincidiria com a repetição da mesma rotina, que não dera bons resultados. E foi somente se desligando das atividades que o inibiam de ver a vida como ela é, que pode ser descortinada a verdade, essa verdade que existe, que pode ser vista a olho nu, mas que muito pouca gente sabe vê-la e vendo-a de forma palpável consegue admitir a existência real de um mundo melhor, menos imperfeito, pois a imperfeição é obra nossa, porque agimos sem fazer uso das boas faculdades que Deus dá a todos nós. Sim, a todos nós, esteja certo disso !
Foi aí que tiudo começou a mudar. Sim, foi aí que tudo ficou mais esclarecido. Através de uma grande força de vontade, de um bom desprendimento, de uma boa dose de auto-crítica, de estudo minucioso, a situação foi-se modificando, embora sem ser sentida pelos demais que pensavam assim, pelo mais completo desconhecimento daquilo que aquele que vos fala já conseguira ver ! Restava o consolo de saber que ninguém de sã consciência poderia admitir a hipótese de que havia naquela " parada " um toque de comodismo, pois esse mal jamais acontecerá a um inerte.
Ficara mais uma vez provado que Deus escolhe os males a quem os dá. A doença é uma dádiva divina, embora isso para muitos seres " vagos " seja um absurdo. A " verdade " é dura mesmo de ser aceita por muita gente, pois eles preferem " viver de mentira ", enganando ( pensam que enganam ) a todos e o que é mais grave: a si mesmos ! Mas todos nós temos uma missão a cumprir na vida e às vezes fugimos desse caminho, acarretando com isso sérios contratempos.
Deus não nos mandou ao mundo para sermos bons comerciantes, bons atletas, bons artistas, bons políticos e tantas coisas mais. Nossa missão é outra e um dia sentirá essa grande verdade, que como bom amigo, desejo não tarde a se manifestar em você !
O mal é que em geral só nos preocupamos quando a situação fica apertada. A necessidade de fazermos nossa higiene mental é hoje reconhecida no mundo inteiro, e aqueles que a praticam vivem efetivamente melhor.
Não foi com outra intenção que me dispus a conversar com vocês. Prometi não guardar só para mim o que de bom aprendi. Você não é o primeiro (a)com quem falo e não será o último. Temos um " encontro marcado ". Se você não aparecer, não faz mal: eu estarei aqui para conversar com outro amigo.
Outra do José Oberici de Carvalho
“O SOPRO DA VIDA”
Quando após tornearmos uma matéria inerte,
seja um pedaço de galalite ou, acrílico ou paladon, e aplicamos sobre a
mesma um simples numero ou um escudo do time do coração, e em seguida
batizamos com o nome de um craque famoso, estamos dando a esse pequeno
objeto o “sopro mágico da vida” que só o Futebol de Mesa é capaz de fazer.
É o paradoxo do nascimento de um ser vivo inanimado.
Para muitos, esse é o momento mais prazeroso do processo. Essa ação
significa a magia de resgatar a criança viva e sonhadora que habita em
cada um de nós.
Criar os seus craques e jogar Futebol de Mesa representa a extrema fantasia que não tem idade!
È criar vida, onde não existe vida!!!
A purificação
(Por definição encontramos no dicionário que o significado de "catarse" é limpeza, depuração,purificação).
Que outras coisas fazem aqueles que se dedicam a uma distração, a um divertimento com extremo gosto e apuro? Que outra coisa fazem aqueles que esquecem tudo o mais no momento de puro êxtase quando realizam o que mais gostam por simples vontade, inexplicável impulso inconsciente de bom?
O brilho dos botões, o tamanho e a planura da mesa verde, a iluminação, o apetite, o prazer. Os botões tem vida, vida mesmo, com coração, pulmão e fezes, a gente conversa com eles, um papo silencioso, estranho mas verdadeiro. Os nossos botões. A gente sabe...
Botão é jogo de criança. Isso dizem uns. Com essa idade jogando botão, ora veja... Apregoam outros. E a gente quieto. Mal sabem eles que estão com a razão. Sim, estão com a razão. Mas não toda.
A medida que a noite de quinta se aproxima, a nossa idade diminui, a minha pelo menos, rapidamente, para alcançar a dos outros. Mas em contra partida, a importância e a seriedade do jogo aumenta, e vai deixando de ser jogo de criança, também rapidamente. A idade em que se dá o encontro dessas duas correntes, que se deslocam em sentido contrário, é indefinida, porém, certamente não é infantil. É nesse encontro então que acontece a "pororoca orgásmica"...
Sim, a "pororoca orgásmica", momento único de prazer do botonista. A alegria do gol e da vitória, do chute na trave, da cobertura bem feita, ou a surpresa negativa do gol contra, da lateral cedida e da falta. Ah, e do pênalti. Esquecemos do pênalti. Hum..., meio sem graça o pênalti.
E assim a noite passa, rapidamente. Sobram lembranças dela que aos poucos se desvanecem na semana de trabalho.
Para os de "má noite", o travesseiro duro aos poucos amolece e os malditos botões passam a ser olhados, novamente com algum sentido positivo. Para os que brilharam, o pensamento que insiste na lembrança é o dos adorados heróis fazendo seus gols nos devaneios que precedem o sono. Mas disto tudo sempre sobra algum lucro, tanto para uns como para outros.
Pouco a pouco modelamos nossos impulsos, numa espécie de praxiterapia, aprendendo a aceitar a derrota, as vezes cruel e injusta, quase sempre de indisfarçável ou melhor dizendo, de disfarçada solidariedade e falsa compreensão. O aceitar a derrota, o sofrer calado, ou com explicações que nada adiantam, a sensação terrível de que nada mais de bom existe na vida, por incrível que pareça é salutar, pois que inconseqüente. Esta conformidade forçada, sutilmente nos prepara para a aceitação também de inevitáveis derrotas na vida, estas sim, por vezes conseqüentes de atrozes. Nos ensina que por mais próximo que pareça o fim do mundo, sempre haverá outra noite de quinta, outra manhã de sol, outro domingo no parque.
CLÓVIS ANGELI
Médico Traumatologista - Sócio Fundador da Assoc. de Fut. de Mesa de Taquara/RS. Revista Futebol de Botão N.º 5 - Pág. 2
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Grávida de um afro-descendente
SÓ 17 ANOS!
O que aconteceu:
A menina de 17 aninhos começou a enjoar, fez exames e confirmou a gravidez.
A mãe
quando soube ficou maluca, o pai pressionou a menina para saber quem era
o pai. A menina, mesmo ameaçada, não disse de jeito nenhum quem era o
autor da façanha.
O pai
disse que queria matar o desgraçado. Quando chegou a noite, perceberam
que a menina ligou para alguém. Esse alguém falou que na 2ª feira iria
falar com o pai dela.
O pai da moça perguntou a idade do filho da puta; ela disse 19 anos.
Perguntou a raça dele; ela disse que era afro-descendente, porém de cor clara.
Perguntou se era trabalhador ou estudante; ela disse que não.
A fúria foi total; toda a familia, até o cachorro latia. Deixa esse viado aparecer aqui, vamos encher ele de porrada, ahhhn!! Isso é que vamos...
No dia seguinte, pára na frente da casa um Volvo branco, entra o Neymar, com boné virado pra trás e tudo mais.
Diz para o pai da garota que vai assumir o filho, dar uma pensão de R$ 50.000,00 por mês, pagar os estudos até a pós-graduação daquilo que o menino quiser. Ainda vai dar um apartamento de 4 dormitórios no melhor prédio de Santos.
Disse ainda que, se acontecer alguma desgraça, como um aborto espontâneo, custeará todas as despesas.
Nisso, o pai interrompe Neymar e grita:
O pai da moça perguntou a idade do filho da puta; ela disse 19 anos.
Perguntou a raça dele; ela disse que era afro-descendente, porém de cor clara.
Perguntou se era trabalhador ou estudante; ela disse que não.
A fúria foi total; toda a familia, até o cachorro latia. Deixa esse viado aparecer aqui, vamos encher ele de porrada, ahhhn!! Isso é que vamos...
No dia seguinte, pára na frente da casa um Volvo branco, entra o Neymar, com boné virado pra trás e tudo mais.
Diz para o pai da garota que vai assumir o filho, dar uma pensão de R$ 50.000,00 por mês, pagar os estudos até a pós-graduação daquilo que o menino quiser. Ainda vai dar um apartamento de 4 dormitórios no melhor prédio de Santos.
Disse ainda que, se acontecer alguma desgraça, como um aborto espontâneo, custeará todas as despesas.
Nisso, o pai interrompe Neymar e grita:
- PUTA QUE PARIU.
VIRA ESSA BOCA PRA LÁ!
VIRA ESSA BOCA PRA LÁ!
SE ACONTECER UMA DESGRAÇA DESSAS,
VOCÊ COME ELA DE NOVO...
VOCÊ COME ELA DE NOVO...
PORTEIRO DO PUTEIRO
PORTEIRO DO PUTEIRO
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever.
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que...
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bem.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? - Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: - Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o
PORTEIRO DO PUTEIRO
Essa história é verídica, e refere-se a um grande industrial chamado...
Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.
Contribuição do José Obereci Carvalho sobre este assunto, refere:
Sobre essa história é interessante ver os links abaixo:
http://fottoni.blogspot.com/2010/08/tramontina.html - História da Fabrica Tramontina
http://sextafeiranoescritorio.wordpress.com/2010/11/04/a-falsa-histria-de-valentim-tramontina/
http://www.filhodoceu.com/2010/06/o-porteiro-do-puteiro-historia-seria.html
De Volta ao Futuro
De Volta ao Futuro
Quando começamos jogar o Futebol de Mesa aqui nos Hamptons, conjunto de pequenas cidades localizadas, ao sudeste de Long Island, New York, USA – para quem desejar nos localizar no mapa, Southampton – somente haviam dois times de “brinquedo” mas logo, logo, pesquisando na internet descobrimos diversos fabricantes no Brasil e iniciamos a importação de material e times. Esperava com ansiedade os botões que pareciam lindos e eficazes nas fotos mas que na realidade se apresentaram uma grande decepção. Insistindo nas pesquisas, felizmente descobrimos o FuteboldeMesaNews.com.br e por conseguinte o Edu Botões. Por nossa influencia, todos os que realmente se interessaram de inicio, adquiriram com ele, Edu, os botões com a mesma padronização de tamanho e etc... pois acreditava que assim os técnicos se nivelariam aumentando a qualidade dos jogos.
Acertei quanto à qualidade dos botões e continuo a recomendá-los dentro do padrão que, com minha experiencia, acredito serem os melhores e aqueles que com eles jogam, pouco a pouco, com treinamento, disciplina e participação, não decepcionaram fazendo belas partidas e gols cada vez mais difíceis. Hoje temos times com as camisas do Santa Cruz, Fluminense (dois técnicos), Benfica, Botafogo, Palmeiras, América Mineiro e outros a caminho. Difícil descrever a alegria quando recebi meu time do Botafogo com as exatas cores que escolhi, angulações etc.. e também, com eles, consegui bons resultados e alegrias embora à época que com eles jogava, as mesas que construímos e que foram nosso orgulho não se adaptaram e daí, pensávamos que eram os botões e lhes fizemos algumas alterações, sem resultado.
Pesquisando e trabalhando para encontrar soluções, finalmente temos hoje, os campos que acredito, fariam inveja a quaisquer clubes no Brasil, assim como a adaptação nas bolas e, indo mais além, a adaptação da regra 12 toques para atender à dinâmica com que realizamos nossos jogos (confira nossos vídeos clicando no logo no rodapé do nosso blog). Veja Mundo-EUA
Mas, ... ha sempre um mas ... em verdade nunca consegui me adaptar aos novos botões, respeito a tecnologia, aprecio o lindo design e principalmente o fato de todos os botões destes times deste novo século serem exatamente iguais, permitem que o técnico use quaisquer um em situações de ataque ou defesa com a mesma precisão. Como já relatei em outras colunas, lá antigamente, no meu tempo, todos tínhamos times onde raramente haviam dois botões exatamente iguais e mais ainda, no meu caso eram botões de coco misturados com outros de galalite e fichas de ônibus, portanto, diversos tamanhos, alturas, ângulos de bainha e, naturalmente, peso que interfere fundamentalmente no desempenho técnico.
O meu time atual, todos de casca de coco “importados” da Bahia e carinhosamente por mim confeccionados usando os modernos recursos de ferramentas facilmente disponíveis aqui neste país que se intitula primeiro mundo, todos os meus pupilos têm, em conseqüência, pesos, alturas e angulações diferentes mas como foi com botões similares que joguei anos e anos somente me sinto à vontade com eles, fazendo jogadas que dão alegria e impressionam a quem assiste, entretanto, à exceção de gols para os quais é sempre necessário determinados botões para cada situação e ainda, cada um necessita de pressão e angulação de palheta especifica e embora sejam quase sempre um colírio, enfrentar quem pode chutar sempre com da mesma maneira, a desvantagem é enorme.
Então, pensei e tentei experimentar voltar para o futuro usando meus botões de fábrica, iguais aos demais aqui existentes nivelando as chances nos chutes a gol. Não deu certo, eles não me obedecem, não conseguem fazer as mesmas jogadas, lances em profundidade, o toque sutil, as bolas de efeito, as recuperações seguras mesmo dentro da área, as viradas e passes precisos.
Tenho tudo o que preciso, o time dos meus sonhos, nos entendemos perfeitamente e não desperdiçamos nenhuma jogada mas o gol ... o gol eles insistem que não gostam de chutar por chutar, fazer gols somente para vencer, e quem deve chutar em gol são os atacantes e nem sempre eles estão em boa posição ou estão marcados com rigor pois alguns adversários já perceberam o nosso ponto fraco.
Apos muita reflexão, ponderando os pros e contras, decidimos não voltar ao futuro, permanecer fiel aos bons tempos do passado e não se aviltar com o presente que não nos pertence.
Em breve, anunciaremos no blog o nosso futuro, futuro que eu, técnico, e meus inseparáveis jogadores de coco tomaremos.
Sonhando Brasil
Acredito que faz parte da índole do ser humano, sonhar e de ante mão gostar daquilo que ele não conhece. Posso garantir que muitos de nossos conterrâneos no Brasil sonham em viver nos Estados Unidos assim como posso garantir também que, depois de algum tempo e após conhecerem as dificuldades de se viver em um país que não o nosso, passamos a achar que tudo é melhor em nosso país de origem. Está dentro de nós, nunca estamos satisfeitos com o que temos e assim queremos sempre mais e melhor.
Desde que descobrimos o FuteboldeMesaNews sonhávamos com os torneios, campeonatos e tudo aquilo que nos contam os diversos links existentes no site falando sobre as extraordinárias experiencias e aventuras em centenas de grupos de botonistas espalhados por esse Brasilzão de Deus.
Sempre achamos que nosso grupinho, que aqui desenvolveu seu próprio estilo, e em razão da dificuldade na comunicação entre as varias nacionalidades, adaptou as regras condensando, minimizando e simplificando para facilidade de tradução era o subnitrato do nada comparado com os grupos organizados no Brasil.
A cada dia crescia o desejo de saber como e de que forma jogam os nossos compatriotas, se soubéssemos tentaríamos copiá-los aproximando ao máximo os estilos, a interpretação das regras, as jogadas, os gols e tudo aquilo que sempre sonhamos…“lá deve ser o máximo”! Assim, eis que chega a oportunidade, e um de nossos campeões vai ao Brasil e se inscreve e participa do:
APROFUME-RJ
III TORNEIO BENEFICENTE COPA SÃO JORGE
… No 12 Toques tivemos a participação de 13 atletas de 6 clubes (APROFUME, Flamengo, Hamptons Table Soccer (EUA), Olaria, Petropolitano e River), e o pódio foi formado por: …
Organizados que somos, preparamos uma linda camiseta com o logo do NY Table Soccer, cartões coloridos com nossos endereços, telefone, e-mail etc. …mas eis que a emoção e a ansiedade do nosso representante era muito grande e com tudo preparado, esqueceu o material promocional e como o torneio era muito longe de casa, não deu pra voltar.
Participou de três partidas, conseguiu arrancar um empate, mas agora o mais importante era o nosso “espião” contar o que tinha visto, afinal, como se deu a realização de tudo aquilo que ha tempos temos sonhado! … Estupefatos, ouvimos em silêncio profundo, silêncio como aquele que se “ouviu” em 1950 quando o Brasil sofreu o segundo gol na decisão. Estávamos aturdidos, boquiabertos, estáticos sem acreditar naquela narrativa detalhada e decepcionada … não era possível … onde então estavam os nossos heróis? Onde estavam aquelas jogadas maravilhosas, os gols impossíveis os técnicos com seus super botões? Onde estavam aquelas mesas incomparáveis e as formas estudadas de distribuição dos times em campo? Onde? Onde? Estavam esses botonistas fantásticos? …
Bem, o sonho se desfez. Mas, … Valeu? Valeu! … Valeu pela incomparável receptividade, amabilidade e espírito de cooperação dos nossos queridos irmãos, valeu pelo esforço, pela organização, pela dedicação desinteressada de poucos e a participação de muitos … valeu sim principalmente pela ação caritativa do evento mas se me permitem comparar o futebol de ontem e de hoje, o jogo de botões de ontem e de hoje, meus irmãos, me desculpem a franqueza, se desejarem conhecer a real “emoção” em um jogo de botões, não será necessário voltar ao passado, apenas, venham nos visitar pois somos pura vibração na forma como desenvolvemos nossa própria forma de jogar espelhadas nos craques do campo gramado ou seja, lançamentos em profundidade, passes longos de um lado a outro do campo, distribuição livre dos botões, quinze minutos em cada tempo, e outras muitas jogadas livres desenvolvidas pela imaginação de cada um, totalmente liberadas, livres das correntes existentes nas atuais regras.
Assim, continuaremos com as nossas próprias regras, simples, adaptadas das “doze toques”, das dezessete regras do futebol mundial e, principalmente, brindadas com muita imaginação.
A liga NY Table Soccer agradece sinceramente à APROFUME-RJ pela oportunidade.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
Quando começamos jogar o Futebol de Mesa aqui nos Hamptons, conjunto de pequenas cidades localizadas, ao sudeste de Long Island, New York, USA – para quem desejar nos localizar no mapa, Southampton – somente haviam dois times de “brinquedo” mas logo, logo, pesquisando na internet descobrimos diversos fabricantes no Brasil e iniciamos a importação de material e times. Esperava com ansiedade os botões que pareciam lindos e eficazes nas fotos mas que na realidade se apresentaram uma grande decepção. Insistindo nas pesquisas, felizmente descobrimos o FuteboldeMesaNews.com.br e por conseguinte o Edu Botões. Por nossa influencia, todos os que realmente se interessaram de inicio, adquiriram com ele, Edu, os botões com a mesma padronização de tamanho e etc... pois acreditava que assim os técnicos se nivelariam aumentando a qualidade dos jogos.
Acertei quanto à qualidade dos botões e continuo a recomendá-los dentro do padrão que, com minha experiencia, acredito serem os melhores e aqueles que com eles jogam, pouco a pouco, com treinamento, disciplina e participação, não decepcionaram fazendo belas partidas e gols cada vez mais difíceis. Hoje temos times com as camisas do Santa Cruz, Fluminense (dois técnicos), Benfica, Botafogo, Palmeiras, América Mineiro e outros a caminho. Difícil descrever a alegria quando recebi meu time do Botafogo com as exatas cores que escolhi, angulações etc.. e também, com eles, consegui bons resultados e alegrias embora à época que com eles jogava, as mesas que construímos e que foram nosso orgulho não se adaptaram e daí, pensávamos que eram os botões e lhes fizemos algumas alterações, sem resultado.
Pesquisando e trabalhando para encontrar soluções, finalmente temos hoje, os campos que acredito, fariam inveja a quaisquer clubes no Brasil, assim como a adaptação nas bolas e, indo mais além, a adaptação da regra 12 toques para atender à dinâmica com que realizamos nossos jogos (confira nossos vídeos clicando no logo no rodapé do nosso blog). Veja Mundo-EUA
Mas, ... ha sempre um mas ... em verdade nunca consegui me adaptar aos novos botões, respeito a tecnologia, aprecio o lindo design e principalmente o fato de todos os botões destes times deste novo século serem exatamente iguais, permitem que o técnico use quaisquer um em situações de ataque ou defesa com a mesma precisão. Como já relatei em outras colunas, lá antigamente, no meu tempo, todos tínhamos times onde raramente haviam dois botões exatamente iguais e mais ainda, no meu caso eram botões de coco misturados com outros de galalite e fichas de ônibus, portanto, diversos tamanhos, alturas, ângulos de bainha e, naturalmente, peso que interfere fundamentalmente no desempenho técnico.
O meu time atual, todos de casca de coco “importados” da Bahia e carinhosamente por mim confeccionados usando os modernos recursos de ferramentas facilmente disponíveis aqui neste país que se intitula primeiro mundo, todos os meus pupilos têm, em conseqüência, pesos, alturas e angulações diferentes mas como foi com botões similares que joguei anos e anos somente me sinto à vontade com eles, fazendo jogadas que dão alegria e impressionam a quem assiste, entretanto, à exceção de gols para os quais é sempre necessário determinados botões para cada situação e ainda, cada um necessita de pressão e angulação de palheta especifica e embora sejam quase sempre um colírio, enfrentar quem pode chutar sempre com da mesma maneira, a desvantagem é enorme.
Então, pensei e tentei experimentar voltar para o futuro usando meus botões de fábrica, iguais aos demais aqui existentes nivelando as chances nos chutes a gol. Não deu certo, eles não me obedecem, não conseguem fazer as mesmas jogadas, lances em profundidade, o toque sutil, as bolas de efeito, as recuperações seguras mesmo dentro da área, as viradas e passes precisos.
Tenho tudo o que preciso, o time dos meus sonhos, nos entendemos perfeitamente e não desperdiçamos nenhuma jogada mas o gol ... o gol eles insistem que não gostam de chutar por chutar, fazer gols somente para vencer, e quem deve chutar em gol são os atacantes e nem sempre eles estão em boa posição ou estão marcados com rigor pois alguns adversários já perceberam o nosso ponto fraco.
Apos muita reflexão, ponderando os pros e contras, decidimos não voltar ao futuro, permanecer fiel aos bons tempos do passado e não se aviltar com o presente que não nos pertence.
Em breve, anunciaremos no blog o nosso futuro, futuro que eu, técnico, e meus inseparáveis jogadores de coco tomaremos.
Sonhando Brasil
Acredito que faz parte da índole do ser humano, sonhar e de ante mão gostar daquilo que ele não conhece. Posso garantir que muitos de nossos conterrâneos no Brasil sonham em viver nos Estados Unidos assim como posso garantir também que, depois de algum tempo e após conhecerem as dificuldades de se viver em um país que não o nosso, passamos a achar que tudo é melhor em nosso país de origem. Está dentro de nós, nunca estamos satisfeitos com o que temos e assim queremos sempre mais e melhor.
Desde que descobrimos o FuteboldeMesaNews sonhávamos com os torneios, campeonatos e tudo aquilo que nos contam os diversos links existentes no site falando sobre as extraordinárias experiencias e aventuras em centenas de grupos de botonistas espalhados por esse Brasilzão de Deus.
Sempre achamos que nosso grupinho, que aqui desenvolveu seu próprio estilo, e em razão da dificuldade na comunicação entre as varias nacionalidades, adaptou as regras condensando, minimizando e simplificando para facilidade de tradução era o subnitrato do nada comparado com os grupos organizados no Brasil.
A cada dia crescia o desejo de saber como e de que forma jogam os nossos compatriotas, se soubéssemos tentaríamos copiá-los aproximando ao máximo os estilos, a interpretação das regras, as jogadas, os gols e tudo aquilo que sempre sonhamos…“lá deve ser o máximo”! Assim, eis que chega a oportunidade, e um de nossos campeões vai ao Brasil e se inscreve e participa do:
APROFUME-RJ
III TORNEIO BENEFICENTE COPA SÃO JORGE
… No 12 Toques tivemos a participação de 13 atletas de 6 clubes (APROFUME, Flamengo, Hamptons Table Soccer (EUA), Olaria, Petropolitano e River), e o pódio foi formado por: …
Organizados que somos, preparamos uma linda camiseta com o logo do NY Table Soccer, cartões coloridos com nossos endereços, telefone, e-mail etc. …mas eis que a emoção e a ansiedade do nosso representante era muito grande e com tudo preparado, esqueceu o material promocional e como o torneio era muito longe de casa, não deu pra voltar.
Participou de três partidas, conseguiu arrancar um empate, mas agora o mais importante era o nosso “espião” contar o que tinha visto, afinal, como se deu a realização de tudo aquilo que ha tempos temos sonhado! … Estupefatos, ouvimos em silêncio profundo, silêncio como aquele que se “ouviu” em 1950 quando o Brasil sofreu o segundo gol na decisão. Estávamos aturdidos, boquiabertos, estáticos sem acreditar naquela narrativa detalhada e decepcionada … não era possível … onde então estavam os nossos heróis? Onde estavam aquelas jogadas maravilhosas, os gols impossíveis os técnicos com seus super botões? Onde estavam aquelas mesas incomparáveis e as formas estudadas de distribuição dos times em campo? Onde? Onde? Estavam esses botonistas fantásticos? …
Bem, o sonho se desfez. Mas, … Valeu? Valeu! … Valeu pela incomparável receptividade, amabilidade e espírito de cooperação dos nossos queridos irmãos, valeu pelo esforço, pela organização, pela dedicação desinteressada de poucos e a participação de muitos … valeu sim principalmente pela ação caritativa do evento mas se me permitem comparar o futebol de ontem e de hoje, o jogo de botões de ontem e de hoje, meus irmãos, me desculpem a franqueza, se desejarem conhecer a real “emoção” em um jogo de botões, não será necessário voltar ao passado, apenas, venham nos visitar pois somos pura vibração na forma como desenvolvemos nossa própria forma de jogar espelhadas nos craques do campo gramado ou seja, lançamentos em profundidade, passes longos de um lado a outro do campo, distribuição livre dos botões, quinze minutos em cada tempo, e outras muitas jogadas livres desenvolvidas pela imaginação de cada um, totalmente liberadas, livres das correntes existentes nas atuais regras.
Assim, continuaremos com as nossas próprias regras, simples, adaptadas das “doze toques”, das dezessete regras do futebol mundial e, principalmente, brindadas com muita imaginação.
A liga NY Table Soccer agradece sinceramente à APROFUME-RJ pela oportunidade.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
O importante é competir com garra
O importante é competir com garra
Noite de terça-feira 11 de novembro de 2008, feriado parcial nos USA, dia dos veteranos. No Clube do Carlão, em um subterrâneo no centro de uma das mais sofisticadas e caras pequenas cidades dos USA, onde bilionários gastam fortunas com suas mansões e carros comprados antes do lançamento, quatro técnicos de mãos calosas e corpo dolorido por mais um dia de trabalho fatigante, disputaram o primeiro turno de um Torneio Quadrangular de Futebol de Mesa onde as emoções de jogadas surpreendentes, gols irretocáveis e resultados inesperados criaram o clima de disputa sadia entre amigos que suam em meio das baixas temperaturas que caem dia a dia com a proximidade do inverno, conseguindo, com entusiasmo e em poucas horas, trazer para o campo de madeira as alegrias do esporte do campo de grama.
O técnico do Tricolor com duas vitórias e um empate, conseguiu o primeiro lugar deste primeiro turno e dependendo de sua colocação na segunda fase levará vantagem do empate na decisão. O Santa Cruz, cujo treinador possui experiencia de muitos jogos e participações em pequenos torneios – foi campeão em 28 Janeiro 2007- e grandes campeonatos e agora com um time da mais alta qualidade (Edu Botões), sabe armar uma estratégia com bom toque de bola e poderia conseguir bons resultados não fosse sua habitual falta de concentração ou garra para colocar uma taça na galeria dos campeões que será inaugurada em breve.
A boa surpresa é a rápida evolução do jovem e simpático treinador do Cruzeiro recém chegado ao Clube, com a humildade de principiante, tem conseguido excelentes resultados em jogos amistosos e agora neste seu primeiro torneio apesar de ainda não possuir o seu time definitivo, ponto fundamental para bons desempenhos, joga com determinação e disciplina de quem quer chegar ao topo.
A nota triste foi o Botafogo, que apesar das duas vitórias sendo uma sem graça contra o Santa Cruz que não opôs nenhuma resistência e outra, esta sim cheia de emoções desempatando com o Cruzeiro com gol no apito final, perdeu de goleada para o Tricolor que mais uma vez armou uma marcação cerrada que desnorteou completamente o técnico alvinegro.
Emoções maiores são esperadas para a segunda fase e que o último colocado possa ter, pelo menos, a camisa suada pelo esforço de ter palhetado com disposição, entusiasmo e muita alegria por estar fazendo história como pioneiro do Futebol de Mesa no estado de Nova York, Estados Unidos da América.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
Noite de terça-feira 11 de novembro de 2008, feriado parcial nos USA, dia dos veteranos. No Clube do Carlão, em um subterrâneo no centro de uma das mais sofisticadas e caras pequenas cidades dos USA, onde bilionários gastam fortunas com suas mansões e carros comprados antes do lançamento, quatro técnicos de mãos calosas e corpo dolorido por mais um dia de trabalho fatigante, disputaram o primeiro turno de um Torneio Quadrangular de Futebol de Mesa onde as emoções de jogadas surpreendentes, gols irretocáveis e resultados inesperados criaram o clima de disputa sadia entre amigos que suam em meio das baixas temperaturas que caem dia a dia com a proximidade do inverno, conseguindo, com entusiasmo e em poucas horas, trazer para o campo de madeira as alegrias do esporte do campo de grama.
O técnico do Tricolor com duas vitórias e um empate, conseguiu o primeiro lugar deste primeiro turno e dependendo de sua colocação na segunda fase levará vantagem do empate na decisão. O Santa Cruz, cujo treinador possui experiencia de muitos jogos e participações em pequenos torneios – foi campeão em 28 Janeiro 2007- e grandes campeonatos e agora com um time da mais alta qualidade (Edu Botões), sabe armar uma estratégia com bom toque de bola e poderia conseguir bons resultados não fosse sua habitual falta de concentração ou garra para colocar uma taça na galeria dos campeões que será inaugurada em breve.
A boa surpresa é a rápida evolução do jovem e simpático treinador do Cruzeiro recém chegado ao Clube, com a humildade de principiante, tem conseguido excelentes resultados em jogos amistosos e agora neste seu primeiro torneio apesar de ainda não possuir o seu time definitivo, ponto fundamental para bons desempenhos, joga com determinação e disciplina de quem quer chegar ao topo.
A nota triste foi o Botafogo, que apesar das duas vitórias sendo uma sem graça contra o Santa Cruz que não opôs nenhuma resistência e outra, esta sim cheia de emoções desempatando com o Cruzeiro com gol no apito final, perdeu de goleada para o Tricolor que mais uma vez armou uma marcação cerrada que desnorteou completamente o técnico alvinegro.
Emoções maiores são esperadas para a segunda fase e que o último colocado possa ter, pelo menos, a camisa suada pelo esforço de ter palhetado com disposição, entusiasmo e muita alegria por estar fazendo história como pioneiro do Futebol de Mesa no estado de Nova York, Estados Unidos da América.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
UM GOL PARA NÃO ESQUECER
Um Gol para não esquecer
Existe jogo mais sem graça do que este que ai no Brasil chamam de “totó” e aqui os americanos chamam erradamente de Table Soccer. A tradução literal é Futebol de Mesa e essa é nossa área. é … os aficionados giram a manivela e empurram a bola de pingue-pongue para o buraco chamado gol, aí o outro faz a mesma coisa com o outro lado tentando impedir a bola de passar, girando e empurrando a manivela com violência para no fim alguém vencer pelo rotineiro placar de 26 a 25 ou 39 a 35.
Sem querer desmerecer este jogo, eu entendo que cada qual têm sua mania mas, por favor, não comparem este brinquedo de bar de sinuca com o Futebol de Mesa e mais, aqueles que vieram do “totó” para o Futebol de Mesa, bem-vindos entretanto, por favor, adaptem-se porque nós somos um esporte, não simplesmente um jogo das horas vagas.
Nós, os chamados, merecidamente Botonistas, somos aqueles que semeiam, cultivam regando e colhem resultados bonitos como as jogadas trabalhadas, os passes precisos, os efeitos, os toques delicados recuperando uma bola perdida, os lançamentos em profundidade, as tabelinhas, o cuidado com a distribuição tática dos botões no campo, o lustre constante nos “pupilos”, a disciplina no aprendizado das regras e por fim, o gol bonito, resultado de uma boa semente.
Veja vídeos: www.youtube.com/nytablesoccer
Somos o que somos, copiadores do Futebol do Campo de Grama, acredito que seja impossível se apaixonar pelos Botões sem gostar de futebol, usamos as mãos, mas penso que temos de imitar o melhor possível aqueles que usam os pés e, principalmente aqueles que tratam a bola de couro com arte assim poderemos tratar a bola de feltro com o mesmo carinho.
Entendo que em torneios ou campeonatos onde a tensão aflora em razão de que a perda de um jogo ou pontos, pode significar a desclassificação de seguir adiante em busca do título, dai, qualquer chute após a linha divisória é válido pois, estatisticamente, quem mais chuta a gol maior a possibilidade de conseguir o objetivo que é colocar a bolinha lá dentro.
Nestas condições especiais, dificilmente haverá placares do tipo ”totó” e assim a atual regra dá chances aos menos experientes. Mas em jogos amistosos eu, que já criei e institui a linha de impedimento – foto - e até agora tenho tido a aprovação dos companheiros acabando assim, definitivamente creio eu, com as discussões em torno do problema impedimento, gostaria de ir mais além, convidar a quem se considera Botonista a testar em jogos amistosos chutes a gol somente após a bola cruzar esta linha, pois creio que assim aqueles que já possuem alguma experiencia teriam que se esmerar em desenvolver sua arte tocando a bola até próximo ao gol e ai sim, conseguir um gol que seja, mas que vai lhe dar o que pensar e guardar na memória aquele lance bonito, conseqüência de um trabalho, esforço e dedicação só comparado ao Futebol de Verdade.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
TEXTOS REPRODUZIDOS PARA O SITE INTERNACIONAL “FUTMESABRASIL.COM “ POR ENIO SEIBERT - E-mail: enioseibert@hotmail.com
Existe jogo mais sem graça do que este que ai no Brasil chamam de “totó” e aqui os americanos chamam erradamente de Table Soccer. A tradução literal é Futebol de Mesa e essa é nossa área. é … os aficionados giram a manivela e empurram a bola de pingue-pongue para o buraco chamado gol, aí o outro faz a mesma coisa com o outro lado tentando impedir a bola de passar, girando e empurrando a manivela com violência para no fim alguém vencer pelo rotineiro placar de 26 a 25 ou 39 a 35.
Sem querer desmerecer este jogo, eu entendo que cada qual têm sua mania mas, por favor, não comparem este brinquedo de bar de sinuca com o Futebol de Mesa e mais, aqueles que vieram do “totó” para o Futebol de Mesa, bem-vindos entretanto, por favor, adaptem-se porque nós somos um esporte, não simplesmente um jogo das horas vagas.
Nós, os chamados, merecidamente Botonistas, somos aqueles que semeiam, cultivam regando e colhem resultados bonitos como as jogadas trabalhadas, os passes precisos, os efeitos, os toques delicados recuperando uma bola perdida, os lançamentos em profundidade, as tabelinhas, o cuidado com a distribuição tática dos botões no campo, o lustre constante nos “pupilos”, a disciplina no aprendizado das regras e por fim, o gol bonito, resultado de uma boa semente.
Veja vídeos: www.youtube.com/nytablesoccer
Somos o que somos, copiadores do Futebol do Campo de Grama, acredito que seja impossível se apaixonar pelos Botões sem gostar de futebol, usamos as mãos, mas penso que temos de imitar o melhor possível aqueles que usam os pés e, principalmente aqueles que tratam a bola de couro com arte assim poderemos tratar a bola de feltro com o mesmo carinho.
Entendo que em torneios ou campeonatos onde a tensão aflora em razão de que a perda de um jogo ou pontos, pode significar a desclassificação de seguir adiante em busca do título, dai, qualquer chute após a linha divisória é válido pois, estatisticamente, quem mais chuta a gol maior a possibilidade de conseguir o objetivo que é colocar a bolinha lá dentro.
Nestas condições especiais, dificilmente haverá placares do tipo ”totó” e assim a atual regra dá chances aos menos experientes. Mas em jogos amistosos eu, que já criei e institui a linha de impedimento – foto - e até agora tenho tido a aprovação dos companheiros acabando assim, definitivamente creio eu, com as discussões em torno do problema impedimento, gostaria de ir mais além, convidar a quem se considera Botonista a testar em jogos amistosos chutes a gol somente após a bola cruzar esta linha, pois creio que assim aqueles que já possuem alguma experiencia teriam que se esmerar em desenvolver sua arte tocando a bola até próximo ao gol e ai sim, conseguir um gol que seja, mas que vai lhe dar o que pensar e guardar na memória aquele lance bonito, conseqüência de um trabalho, esforço e dedicação só comparado ao Futebol de Verdade.
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
TEXTOS REPRODUZIDOS PARA O SITE INTERNACIONAL “FUTMESABRASIL.COM “ POR ENIO SEIBERT - E-mail: enioseibert@hotmail.com
O ESPORTE FUTEBOL DE BOTÃO É CAMPEÃO
O
ESPORTE FUTEBOL DE BOTÃO É CAMPEÃO
É bem possível que aqueles que deram suas palhetadas neste torneio,
desenvolvido aos trancos e barrancos, não tenham levado em conta que tiveram a
oportunidade única de participar do primeiro encontro de botonistas, embora
ainda não oficial, nos Estados Unidos, ou pelo menos, no estado de Nova York
Como tudo na vida, o importante são as lições que ficaram e felizes
daqueles que levaram a sério e aprenderam, e treinaram e concluíram que são
capazes e que poderão levar este fascinante esporte adiante.
É certo que ainda haverão obstáculos pela frente, principalmente o
financeiro, entretanto, se houver boa vontade do grupo, será possível criar um
fundo e assim garantir a reserva da excelente área da Prefeitura em Hampton Bays
e em conseqüência, a criação da liga do table
soccer, já aprovada pela administração do parque. Esta pequena despesa, poderá, facilmente ser
retornada aos fundadores uma vez que iniciada a temporada, aos novos
integrantes, será cobrada a taxa de inscrição.
Mas afinal, como foi a final? Quem venceu, quem perdeu, quem
classificou? … Antes, é preciso ver quais foram as lições e, em cada um o
mérito do aprendizado. O resultado final
pode parecer ilógico, mas o futebol nunca teve lógica, é imprevisível e como
diria o tricolor Nélson Rodrigues, o sobrenatural de Almeida interferiu no
resultado.
A tabela, certa ou errada, foi adaptada para ajudar aqueles com poucos
pontos, zerando tudo para os quatro primeiros classificados terem iguais
chances para chegar à final. Dirão os
matemáticos que chegaram, naturalmente à final os dois com o maior número de
pontos ganhos. Sim! Mas porque eles
tiveram mais pontos? Porque são os melhores? Não! Foi porque desde o início
eles se esforçaram para ter o seu próprio time, seu goleiro, sua palheta …
trocaram um jantar em um restaurante barato pelos botões que são praticamente
eternos, levantaram o bumbum da cadeira, em frente da televisão e deram um
polimento no seu time e dedicaram alguns instantes pensando sobre a melhor
forma de distribuir os botões em campo, criaram uma tática própria e
disciplinaram suas terças-feiras à noite para um lazer saudável, criativo e
inspirador e assim, chegaram ao jogo final e receberam a incomparável
recompensa de sentir a indescritível emoção do imprevisível, um momento solene,
um momento mágico em que os botões criam vida e você no comando total de seus
movimentos, através da palheta dá as ordens ao time em campo. A concentração é total, o coração tende a
disparar, difícil controlar a tremedeira, o frio na espinha.
… No controle e domínio da mão a responsabilidade e seriedade de um
cirurgião, quando o adversário ordena: “ajeita” a respiração para e volta aliviada com a bola raspando a
trave. À sua frente você vê seu amigo,
nestes minutos um terrível adversário, implacável, não perdoa, ajeita o goleiro
com precisão milimétrica, direciona a
palheta como se fosse um bisturi, pressiona e lá vai bomba … e a bola,
caprichosamente, bate na quina do goleiro, na trave e não entra…
O Fluminense do Luiz
chegou à final invicto com seis pontos positivos à frente do segundo colocado o
Botafogo do Paulo, era o franco favorito, o preferido nas apostas e entre os
assistentes, o natural campeão. Luiz
tentava disfarçar o nervosismo, mas estava confiante, afinal em vários jogos
virou o placar vencendo com facilidade.
Levou o primeiro gol, empatou em seguida, levou o segundo, empatou
novamente e eu que ora lhes escrevo, apenas torcia para o empate. Ao final do segundo tempo de quinze minutos,
disputar os pênaltis e chegar ao merecido titulo de vice-campeão.
O cronometro disparou o alarme, final de jogo, 2x2. Alivio para mim, o Aldo comenta: só agora ele deu um sorriso. O Luiz continuava tranqüilo, comentando o
resultado, a torcida ainda do seu lado, a discussão passou a ser como decidir,
resolveu-se que, antes dos pênaltis, mais dois tempos, com sete minutos
cada. Eu não tive voz porque já não
conseguia falar, a garganta seca, o peso dos meus sessenta anos incomodava as
costas e doía nas pernas, mas a adrenalina ajuda nestes casos. Já conformado, sacrifiquei o que tenho de
melhor, o domínio nas trocas de passe para chegar próximo à área, adotei a
tática do Luiz, “passou da linha central, chuta” ele mesmo aconselhava antes do
jogo, enquanto assitiamos a disputa do terceiro e quarto lugares entre o Aldo
(Santa Cruz) e o Gangi G (Cagliari) e ainda o amistoso entre o Henry (Costa
Rica) e o Delvio (Palmeiras) … ele dizia: “a chance aumenta” e eu replicava:
“chegar próximo da área é mais bonito” e assim fomos para prorrogação.
Mas, enquanto aguardava a decisão do grupo, pensava em como comecei no
botonismo e olhei para os companheiros, alguns tiveram alguma experiencia
anterior e agora, depois de muitos anos, a exemplo do Aldo – o Santa Cruz de
Recife – e o Delvio – o Palmeiras de São Paulo - com alguma dificuldade, é
verdade, mas avançam instintivamente e sem perceber já fazem jogadas bonitas
que certamente estavam bem guardadas no fundo do arquivo desta paixão.
Observo também outros dois que nunca tiveram contato com o nosso bem
brasileiro, “Jogo de Botões”, começar sem jeito e em poucos jogos, sem se
incomodar com derrotas, já conseguem empates e até vitórias, o Henry da Costa
Rica e o Italiano Gangi, dá gosto de ver o esforço em aprender, de tentar o gol
e de repente, como recompensa a bolinha se esconde no fundo da rede em gol de
veteranos, explodindo o sotaque em gritos, pulos, uma alegria gostosa de ver em rostos
normalmente tão sérios em razão da dura faina diária.
Em um silêncio fora
do habitual, damos inicio à prorrogação, e, já que minha mão já dava sinais de
tremor, passei a chutar em todas as chances, o Luiz, animado, chegava fácil em
frente ao gol e ai então, o inesperado, fiz um gol, daqueles impossíveis, neste
momento o sobrenatural entrou em ação, o Luiz começa a perder gols que nunca
perderia, a confiança é substituída pelo nervosismo, eu que estava surdo, ouvi
lá ao longe o italiano Gangi G elogiar: “golazzo”, eu só queria
o empate e aí, não sei como, de repente, vi novamente a bola lá no gol do Luiz.
O meu amigo não podia acreditar no que via, eu, muito menos, pensei em
usar minha habilidade em tocar a bola e aguardar o empate, pois eu tinha
certeza que aconteceria logo, logo então alguém disse: “Luiz, você tem cinco
minutos para fazer dois gols … acredito que foi a gota para os nervos dele, eu
tinha certeza que ele conseguiria, era só torcer para que ele não conseguisse o
terceiro.
De repente, eu que estava meio anestesiado, ouvi como nos sonhos, lá ao
longe, o alarme … fim de jogo … Acabou? Perguntei … Ouvi o Luiz se lamentar com
a esposa, “perdi o torneio”. Eu não
contei à esposa, nem explodi ainda minha alegria, mas pode acontecer a qualquer
momento quando eu me der conta de que o jogo realmente acabou.
Mas afinal, quem foi o verdadeiro campeão?… Eu afirmo que ninguém perdeu
e ninguém conseguiu ganhar dele, pois foi ele, o melhor de todos, o impecável,
o incomparável, o incrível criador de emoções, a sublime arte do Futebol de
Botões … o ESPORTE, foi, mais uma vez, o verdadeiro CAMPEÃO.
Parabéns
a todos
CRÔNICAS DE PAULO BOSCO, ESCRITOR BRASILEIRO RADICADO
NOS ESTADOS UNIDOS. BOTONISTA SAUDOSO DA
PÁTRIA E CRONISTA DE FUTEBOL DE BOTÃO DE MESA, NAS HORAS DE LAZER.
TEXTOS REPRODUZIDOS PARA O SITE INTERNACIONAL “FUTMESABRASIL.COM “ POR ENIO SEIBERT
- E-mail: enioseibert@hotmail.com
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