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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ARQUIVO HISTÓRICO DO FUTEBOL DE MESA - 5o TEMPO

A INVENÇÃO DO BOTÃO -

 A  INVENÇÃO  DO  BOTÃO   -   JOGO  DE  BOTÕES

ORIGENS




-  A invenção do botão causou uma repulsa geral quando introduzido nas roupas femininas e masculinas.  O que distinguia, no início do século  13 , as pessoas levianas das de juízo era o uso dos botões.  Ousar colocar botões em um vestido, calção ou blusa era ser absolutamente despudorado.  As roupas antes dos botões eram costuradas ao corpo ou presas por laços.  Cada vez que um homem ou mulher precisava  se despir, a roupa tinha que ser  descosida e novamente costurada  ao vestir.  O uso dos  botões facilitava o retirar e o vestir  as roupas em qualquer lugar e a qualquer hora, e por  isto eram tão mal visto pela sociedade  conservadora.
Algumas décadas depois o uso  do botão se desvencilhou dos  preconceitos e passou não só a  abotoar , mas também a ornamentar  as roupas.
CASA NA LAPELA DOS PALETÓS  -  A casa na lapela dos paletós data da época em que o Príncipe Albert era noivo da Rainha  Vitória, na Inglaterra.  Conta a  história que a a rainha ofereceu um pequeno ramalhete de suas  flores preferidas ao consorte que  sem saber onde colocá-las, tirou do bolso um canivete e abriu uma casa na lapela do paletó enfiando as flores para que o  perfume o fizesse lembrar da mulher amada.
No dia seguinte todos os alfaiates londrinos recomendavam  a seus clientes as lapelas com pequenas casas como um sinal  de elegância e romantismo que  permanece até os dias  atuais ( noivos sempre usam uma flor na lapela ).
NAS MANGAS  -  Os botões que enfeitam as  mangas dos paletós eram usados inicialmente no cotovelo para que desabotoados, facilitassem os movimentos de articulação  dos braços nas batalhas, sem rasgar ou descosturar o tecido.
Foi Frederico, o Grande, quem bancou o estilista e mudou o lugar  dos botões para o punho.  Mas não imagine que a mudança  era estética.  Na verdade era  u
ma punição.  Os botões desceram para os punhos para evitar que os soldados continuassem limpando o nariz com a manga dos uniformes. 

Matéria  transcrita  do Caderno  Donna - jornal Zero Hora de Porto Alegre, remetida pelo colaborador  Enio Seibert - enioseibert@hotmail.com

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